Um dia como outro qualquer II
Ontem descobriu as mãos. Depois de ver que era impossível engolir a porção distal dos seus membros superiores como um todo, ficou a admirá-las. Esteve pasmado, seguramente, 5 minutos. Nova tentativa. Não cabiam. Voltou a admirá-las. Saltou do carrinho dele para o carro do pai e, novamente, do carro do pai para o carrinho dele. E continuava, maravilhado.

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